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02-06-2018
O amor de servir Deus

A Assembleia de Deus Pentecostal de Aveiro realizou, no dia 25 de Abril, um seminário de cooperadores e esposas, ministrado pelo Pastor Samuel Lopes. Dirigido aos cooperadores e respetivas esposas de toda a área de Aveiro, o seminário contou com a presença de cerca de 50 pessoas.

Seguir Jesus foi o mote do encontro, defendendo o orador, baseando-se em Isaías 6, que “na medida em que estivermos disponíveis para Deus, ele vai usar-nos”. Acrescentou que “a excelência está no poder e não” em cada um de nós. Samuel Lopes frisou a importância de seguir Jesus, argumentando que se trata de um imperativo, devendo cada um dos cooperadores na obra da Igreja, “ser uma réplica do mestre”, ou seja, de Jesus (Jo 12:26). “A razão pela qual Jesus serviu, tem que ser a minha”, disse.

No topo das motivações de quem serve a Jesus tem de estar o amor. Ap. 2:1-4 aponta uma falha à igreja, a falta do primeiro amor. “A razão pela qual servimos é porque amamos ao Senhor e não, primeiramente, as pessoas; o amor às pessoas vem por consequência”, defendeu Samuel Lopes.

O orador contestou o argumento que muitos usam de que não têm tempo e por isso adiam o trabalho a fazer para Deus. Defende que “na realidade significa que não querem fazer; perde-se o amor”, adverte.

Sendo Jesus o mestre por excelência, Samuel Lopes sublinha que devemos imitá-Lo. “Para Jesus, o mais importante era fazer a vontade do Pai”, devendo ser esse o nosso propósito também.

Considerando que “é um privilégio servir a Deus”, cada cooperador precisa “de trabalhar com Deus” e guardar o seu coração, porque “não é um privilégio a igreja ter-me como pastor, mas sim Deus querer que O sirva”.

Uma característica importante de quem coopera no serviço da igreja é o carácter. “Os crentes que nos ouvem podem não reter 90 por cento do que pregamos, mas nunca esquecerão quem nós somos”, declara, acrescentando que não sendo perfeitos, cada um “tem que ser íntegro e genuíno”.

Para Samuel Lopes, “devemos servir com alegria e essa alegria contagiará outros”; “precisamos da prática da presença de Deus”, porque “é diante de quem Deus é que conhecemos quem somos”.

Quem coopera, argumenta Samuel Lopes, tem “de sentir o peso da responsabilidade”, sendo que “cada culto é para dar a Deus”. Sublinha que “o tempo que passamos com Deus é reflexo do nosso amor por Ele” e que “não podemos parar de crescer espiritualmente” (2Pe1:5-7).

Para Samuel Lopes, é necessário profetas no púlpito, devendo cada cooperador fazer a sua parte e buscar constantemente a vontade e a presença de Deus.